Faltam recursos?

Não é raro vermos políticos falando que faltam recursos para o governo, e que para manter os já precários serviços públicos, são necessários aumentos nos impostos. Será que realmente faltam recursos ou eles estão mal aplicados?
Vamos tomar como exemplo os gastos da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Hoje a casa conta com 51 Vereadores, sendo que cada um tem direito a contratar 20 funcionários comissionados, com salários que variam entre R$ 6.000,00 e R$ 16.000,00, além de poder utilizar até 3 servidores efetivos. Isso representa um custo de 112 milhões de reais por ano apenas com gabinetes. Por legislatura (período de 4 anos), esse custo chega quase a meio bilhão de reais, sem contar as despesas ordinárias de funcionamento da Câmara, como manutenção e infraestrutura. Esse valor é desproporcional se considerada a extensão da atuação de um vereador e o tempo de trabalho efetivamente dedicado ao mandato, que é de duas sessões semanais, sem definição de horário e sem exigência de exclusividade à função. Não se justifica uma estrutura de 20 pessoas, das quais a maioria realiza funções de menor complexidade, para o exercício de um ofício que deveria ser desempenhado por uma pessoa apenas.
Uma redução na equipe dos gabinetes, de 20 para 5 pessoas, representaria para a Prefeitura do Rio uma economia de quase 70 milhões de reais por ano, economia que totalizará mais de 250 milhões ao final da legislatura. Para vocês terem uma ideia esse valor é 6 vezes maior que o repassado esse ano pela Câmara de Vereadores para melhorias nos hospitais Rocha Faria e Albert Schweitzer.
Além da verba para pessoal, acho importante alertar aos cariocas que também são pagos com nosso dinheiro 1000 Litros de Combustível e 4000 selos (ao valor de R$ 1,10 cada) para cada vereador todos os meses!
Em um momento de crise, onde as contas públicas não fecham, não faz o menor sentido cada um dos 51 vereadores consumir mais de 8 milhões de reais do orçamento público apenas para pagar salários em seu gabinete. Vereador que quer resolver as contas públicas deve, ao invés de propos aumentos de impostos, começar o exemplo em sua própria sala, diminuindo sua equipe e abrindo mão de regalias!
Vamos mudar?reais

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Vamos assistir vídeos?

Olá pessoal, como a maioria de vocês já sabe, nosso partido não terá muito espaço na televisão. Inclusive, nós candidatos a vereador pelo Partido NOVO, decidimos não seguir a velha fórmula de gritar um slogan em 0,5 segundos e fizemos um vídeo para TV com todos convidando os espectadores a saber mais nas redes sociais.

Felizmente na internet não temos limitação de tempo, então a partir de hoje iremos publicar alguns vídeos no canal do youtube da candidatura, onde falarei sobre o andamento da candidatura, sobre as propostas e sobre o partido.

O primeiro vídeo já está aqui do lado pronto para ser visto, e se você quiser se inscrever para  receber atualizações sempre que um novo vídeo for enviado basta entrar lá na página do canal.

 

Vamos mudar?

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Vamos mudar?

Olá pessoal, quem me conhece sabe como sempre me interessei muito por política e, da mesma forma que boa parte de vocês, nunca confiei em políticos. Esse ano decidi parar de ficar só reclamando e resolvi tomar uma iniciativa prática para mudar esse cenário e estou me candidatando a vereador na cidade do Rio de Janeiro.

Boa parte dessa minha decisão foi motivada por ter conhecido o Partido NOVO, que nasce realmente diferente de todos os outros que já conhecíamos, defendendo valores como as liberdades individuais e o livre mercado. Ao longo da campanha falarei bastante sobre ele e espero apresentar não só as minhas propostas, como também os valores e desafios do partido com o qual me identifico.

Como candidato irei defender principalmente tópico relacionados à redução de regalias dos políticos, diminuição e melhor distribuição dos impostos e transparência total na gestão pública, além de trazer minha experiência na area de TI para defender melhores práticas de governança, como a utilização de dados abertos e sistemas interoperáveis, como também a implementação da cultura da colaboração dentro da prefeitura obrigando a públicação em domínio público de tudo que for produzido com verba pública.

Gostaria de convidar todos vocês a curtirem minha página de candidato (www.facebook.com/henriqueandrade30021) e a conhecerem meu outros canais de mídias sociais (aqui no rodapé do site), onde irei, ao longo da campanha, dar mais detalhes sobre minhas propostas e sobre o partido NOVO.

Vamos mudar?

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Um Partido Novo?

A ideia de me filiar a um partido político, qualquer que fosse ele, nunca esteve nos meus planos. No entanto, por me interessar em política desde jovem e ter participado do movimento estudantil durante a graduação, tive contato com várias pessoas interessantes filiadas a partidos ao longo dos anos e participei, com algumas delas, de debates e reuniões, mas nunca achei que aquele tipo de organização era para mim.

Até que um dia fiquei sabendo de um grupo de cidadãos que estava tentando criar um partido chamado NOVO. Eu, como bom curioso que sou, entrei no site e fui ler o que eles tinham a dizer. Confesso que fui um tanto quanto cético ao ler que entre os valores defendidos pelo partido estavam valores como liberdades individuais e livre mercado e, inclusive, o posicionamento contrário ao uso de dinheiro público por partidos e ao carreirismo político.

“Escrever bonito é facil”, pensei, e passei a seguir o partido pela internet esperando o momento que ele passaria a ser mais do mesmo. Em setembro de 2015, o partido teve seu registro pelo TSE aprovado quando então passou a operar de fato e poderia lançar candidaturas para as eleições. Foi nesse momento que participei de alguns encontros e debates com pessoas do partido e, após esse contato pessoal, passei a acreditar que os valores eram reais, não apenas “textos bonitos”.

Assim, decidi pela primeira vez me filiar a um partido político e estou me candidatando, nessas eleições de 2016, a vereador pelo município do Rio de Janeiro, lugar onde nasci, cresci e pelo qual sou apaixonado e quero ver cada vez melhor.

Ao longo dessa campanha falarei mais sobre os valores e diferenciais do partido NOVO, mas se você já quiser saber mais sobre ele, basta acessar novo.org.br

Eu sou o Henrique Andrade, meu número é 30021.

Vamos mudar?

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Hino Nacional Brasileiro for dummies

As margens tranquilas do Riacho Ipiranga ouviram o grito ecoante de um povo heróico, e nesse instante o sol da liberdade brilhou no céu da pátria em raios cintilantes.

A própria morte desafia o nosso peito no cerne da liberdade se conseguimos com braço forte conquistar a garantia dessa igualdade.

Ó pátria amada, idolatrada, salve! Salve!

Brasil, desce para a terra um sonho intenso, (não!,) um raio vívido(!) de amor e de esperança se a imagem da constelação Cruzeiro do Sul brilha intensamente em seu formoso, risonho e límpido céu.

Gigante pela própria natureza, e o seu futuro espelha essa grandeza, é belo, é forte, grande e corajoso.

Brasil, ó pátria amada, você é, entre outras mil, a terra adorada!

Brasil, pátria amada, você é a mãe gentil dos filhos deste solo!

Ó Brasil, florão da América, você brilha ao som do mar e à luz do céu profundo ilmuninado ao sol do novo mundo deitado eternamente em berço esplêndido!

Seus risonhos, lindos campos têm mais flores do que a terra mais garrida, no seu âmago “nossos bosques tem mais vida, nossa vida mais amores.”[1]

Ó pátria amada, idolatrada, salve! Salve!

Brasil, que a bandeira que exibe estrelada seja símbolo de amor eterno, e que o verde-louro dela diga: paz no futuro e glória no passado.

Mas se levantar o porrete forte da justiça, verá que um filho seu não foge da luta, e que quem te adora não teme nem a própria morte.

Brasil, ó pátria amada, você é, entre outras mil, a terra adorada!

Brasil, pátria amada, és mãe gentil dos filhos deste solo!

[1] Trecho de “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias. 1843.

Letra original de Joaquim Osório Duque Estrada. 1909.

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Adaptação feita com contribuições de Daniel Monteiro.

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Porque eu lembrei de você

A última vez que nos vimos era dia dos namorados. Não poderia existir data mais irônica para nossa primeira despedida. Apesar dos maravilhosos dias compartilhados não havia o que se comemorar e nem tínhamos dúvidas sobre minha partida.

A primeira vez que nos vimos estávamos em um estacionamento, mas curiosamente não estacionados. Eu caminhava entre os carros e você procurava uma vaga. Quando, naquele milisegundo que parece durar até agora, nossos olhares se cruzaram estava selada nossa cumplicidade. Palavras nunca foram necessárias e nunca serão suficientes para explicar o que aconteceu. Simplesmente sabíamos que estávamos diante de alguém especial.

E assim vivemos aqueles dias. Como bons cúmplices resistentes à tentação do status quo social de mergulhar em fórmulas pré-fabricadas sobre como as relações interpessoais devem acontecer. Fomos tudo e nada um para o outro. Beatniks saídos de um livro do Kerouac tomando seu vinho e aproveitando a vida sem maiores preocupações.

Te observando me reencontrei comigo mesmo. Sua solteirice é inspiradora! Me faz encher os pulmões e sonhar, acalmando minhas angústias e anciedades. Sua independência, quase revolucionária nos mundos atuais, não é daquelas autonomistas ou recludentes. Pelo contrário, é divertida, espontânea, e até mesmo inusitada! Volátil, mas não efêmera. E principalmente, sempre, sempre acompanhada de deliciosas gargalhadas.

Os paradoxos que forjam essa solteirice são instigantes. Dão espaço para carência ao mesmo tempo que nutrem inúmeras paixões. Permitem movimentos rápidos e intensos, assim como te dão liberdade para desfazê-los a seu bel prazer. Senhorita de seu próprio tempo, vive em uma xilogravura de Escher sem se angustiar. Transforma-se em minha musa inspiradora sem pedir licenças.

Por tudo isso, eu que já andava traumatizado dessa história de relacionamentos me permiti apaixonar-me por sua solteirice! Se seria estranho comemorarmos algo em um dia dos namorados, é com alegria que te proponho hoje um brinde no dia dos solteiros.

Dizem por ai que quem se apaixona acaba namorando, casando….Não! Essas instituições relacionais não dão conta de seus sentimentos. Somente na solteirice você tem espaço para se entregar a você mesma com tanta intensidade.

Seu coração pagão é bem maior que uma relação.

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Toma um fósforo. Acende teu cigarro!

“Toma um fósforo. Acende teu cigarro!…” Não use isqueiro. Fósforo! Risque e leve-o suavemente a tua boca com a delicadeza e carinho da mão outrora reservada para afagar o rosto dela. Contemple o saboroso e quente beijo amigo da pólvora. Inspire, trague, inale! Entregue-te ao primeiro trago tal qual fizera em vosso primeiro beijo. Encha teus pulmões e te permita viver esse momento intensamente. Esqueça porque vieste até aqui concentrando-te na taquicardia imediata que o primeiro trago trás àqueles que ficam um tempo se negando esse prazer.

Relaxa, não te culpes! Afinal, que grande virtude é essa que parece estar sendo violada? Quem de fato estará causando dura pena a tua chaga?… Sentes a pressão baixando? É disso que precisas agora. Viaja, voa para longe, livra-te momentaneamente das ansiedades, angústias, aflições…esquece da lama que te esperas! Na companhia de teu pito não precisas mais pensar como poderia ter sido diferente e muito menos no que poderias ter feito se não fosse um covarde, que ao sentir a inevitável necessidade de também ser fera ficaste com tanto medo de se permitir viver teus sentimentos plenamente.

Esta é tua redenção! Juraste que não perderia a próxima da mesma forma. Então começa agora! Liberta-te da inseparável companheira Ingratidão. Foge do medo de te entregar. Não apedreje nem escarre, viva! Não deixe esta paixão que está em tuas mãos escapar também. “Toma um fósforo. Acende teu cigarro!”

Remix feito a partir de “Versos Íntimos” de Augusto dos Anjos.

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